sábado, 11 de maio de 2013
Os escravos do narcotráfico, uma reportagem.
A revista eletrônica ANIMAL POLITICO, publicada no México, tem se especializado em produzir investigações jornalísticas substantivas sobre os dramas e atores do crime organizado naquele país.
Vale a pena conferir, dentre outros materiais, a investigação a respeito dos "escravos do narcotráfico". Merece uma boa reflexão.
Para acessar a revista, clique aqui.
Um projeto jornalístico para investigar o crime organizado
Um interessante projeto, cujo objetivo é produzir análises jornalísticas na América Latina, é do que se trata no vídeo abaixo. Confira!
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A morte de Zanoni
Não fui íntimo do Professor Zanoni. Entretanto, ele era uma daquelas pessoas que a gente gosta que o seu caminho cruze com o nosso mesmo que isso não implique em maiores trocas ou conversações.
Vinha sendo assim desde priscas eras. Ou melhor, desde os tempos em que atuávamos no movimento estudantil da UFRN, na primeira metade dos anos 80. Zanoni era irreverente e bem mais subversivo do que os meus camaradas de então. Se não me engano, ele foi um dos articuladores de uma chapa "anarquista" para a diretoria do DCE da UFRN. "Dentadura" era o nome da dita cuja. O seu slogan: "a chapa que morde...".
Vez ou outra, eu encontrava-me com Zanoni no grupo de estudos e pesquisas dirigido pela Professora Marta Pernambuco. Ele era um dos membros ativos e participava das discussões que ali se desenrolam.
Agora, para a tristeza minha e de todos quantos conhecemos ou convivemos com Zanoni, ao nos referirmos a ele teremos sempre que colocar o verbo no pretérito. Um acidente de moto, trágico, retirou-o do nosso convívio. Um acidente que é a cara dessa Natal pós-tudo: sua moto caiu em um dos tantos buracos que infernizam a vida de quem transita pelas vias dessa outra cidade do prazer.
Trágico, triste e... revoltante.
Vinha sendo assim desde priscas eras. Ou melhor, desde os tempos em que atuávamos no movimento estudantil da UFRN, na primeira metade dos anos 80. Zanoni era irreverente e bem mais subversivo do que os meus camaradas de então. Se não me engano, ele foi um dos articuladores de uma chapa "anarquista" para a diretoria do DCE da UFRN. "Dentadura" era o nome da dita cuja. O seu slogan: "a chapa que morde...".
Vez ou outra, eu encontrava-me com Zanoni no grupo de estudos e pesquisas dirigido pela Professora Marta Pernambuco. Ele era um dos membros ativos e participava das discussões que ali se desenrolam.
Agora, para a tristeza minha e de todos quantos conhecemos ou convivemos com Zanoni, ao nos referirmos a ele teremos sempre que colocar o verbo no pretérito. Um acidente de moto, trágico, retirou-o do nosso convívio. Um acidente que é a cara dessa Natal pós-tudo: sua moto caiu em um dos tantos buracos que infernizam a vida de quem transita pelas vias dessa outra cidade do prazer.
Trágico, triste e... revoltante.
A seca no Piauí e na Piauí.
Na última edição da revisa PIAUÍ, recém-chegada às bancas,
você encontra uma ótima matéria, na seção ESQUINA, a respeito da estiagem que
arrasa com a economia do semiárido nordestino. O autor é o jornalista Mário
Sérgio Conti, que dispensa maiores apresentações e comentários. O cara escreve
bem de verdade, o que não exatamente um qualidade distribuída com generosidade
na imprensa nacional.
terça-feira, 26 de março de 2013
Um mundo sem papel?
Você é uma daquelas pessoas que acha que o papel vai se tornar descartável? Que tudo se resolve com dispositivos móveis? Sei!
Então, confira o vídeo abaixo.
Você vai rir... e pensar um pouco mais sobre aquelas afirmações dramáticas e/ou apocalípticas a respeito da obrigatoriedade do uso das novas tecnologias.
Quem passou a dica foi a Professora Luciana Chianca (antropologia UFPB).
Você vai rir... e pensar um pouco mais sobre aquelas afirmações dramáticas e/ou apocalípticas a respeito da obrigatoriedade do uso das novas tecnologias.
Quem passou a dica foi a Professora Luciana Chianca (antropologia UFPB).
O endereço do blog do Professor Gláucio
Falei do santo, mas não mostrei o milagre. O link para o post (e para o blog) do Professor Gláucio é este. h
Mais encarceramentos, menos criminalidade
O pensamento de esquerda é, geralmente, refratário a qualquer especulação que faça uma relação positiva entre aumento do número de prisões e redução das taxas de criminalidade. Enquanto posicionamento político, perfeito. O problema é quando as pessoas querem dar ares de cientificidade a proposições alicerçadas em suas construções ideológicas. Esse o caso de cientistas sociais que se negam mesmo a estabelecer relações entre os dois fenômenos.
Mas a sociologia, ou, ao menos, uma sociologia que valha o nome que ostenta não pode se guiar pelas convicções políticas da média dos seus pesquisadores. Agindo assim, para quê uma ciência empírica do mundo social?
O Professor Gláucio Soares rema contra a maré neste oceano do politicamente correto. No seu blog, você vai encontrar um interessante post a respeito de uma correlação feita entre os dois fenômenos acima apontados. Os pesquisadores provaram, com estudos sobre dados de uma período histórico de quase duas décadas, que há, sim, uma relação direta entre aumento do encarceramento e a redução da criminalidade.
Onde foi feito o estudo? Ah, na Inglaterra...
Bueno, isso significa defender uma política do "prende e arrebenta"? Não! Mil vezes não. De posse dessa apreensão, podemos (e devemos!) qualificar as discussões as respeitos das políticas penitenciárias.
Bom. Para quem está aqui no Rio Grande do Norte, infelizmente, tudo isso é muito platônico: as prisões são dantescas (o judiciário vive querendo fechá-las, para você ter uma ideia do descalabro...).
Mas que a discussão é interessante, ah!, isso é...
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